A Igreja Não apoia a superstição, a "simpatia", magia e coisas semelhantes. Distorce o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, por exemplo: quando atribuímos uma importância de alguma maneira mágica a certas práticas, em si mesma legítimas ou necessárias.
O Catecismo diz que: "Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que exigem, é cair na superstição" (Mt 23, 16-22). (Cat. §2111). É o caso, por exemplo, de uma pessoa que use um Escapulário de Nossa Senhora do Carmo, sem fé, apenas como um "objeto que protege" ou que "dá sorte".
A Igreja valoriza muito as imagens, as novenas, etc., mas quer que tudo seja usado e feito com convicção.
"A superstição é um desvio do culto que rendemos ao verdadeiro Deus. Ela mostra-se particularmente na idolatria, assim como nas diferentes formas de adivinhação e de magia". (Cat. §2138).
A pessoa supersticiosa age como quem dá ordens a Deus, querendo-o fazer obedecer a sua vontade mediante algum ato, rito, ou ação mágica: usar ferraduras nas portas, colocar a vassoura atrás da porta, usar sal grosso para espantar o azar, cruzar pauzinhos, etc.
Tudo isso e muito mais (medo de passar em baixo de escada..., bater três vezes na madeira para não dar azar) ofende a Deus e é pecado contra o primeiro mandamento, porque é falta de fé e de confiança em Deus.
S. Paulo disse: "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Rom 8,31). Logo, não podemos buscar poder ou conhecimento fora de Deus, isto é magia e superstição.
(Felipe Aquino. teólogo e menbro da canção nova.)

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