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14 de set. de 2011
17 de ago. de 2011
DJ se converte em balada cristã
O DJ Daniel Bassani, integrante do ElectroCristo, foi convertido em uma balada cristã, comandada pelo líder do grupo Léo Guimarães, há aproximadamente sete anos atrás, quando passava por um momento de reflexão sobre os caminhos que estava seguindo.
Foi em uma das “raves” que estava Bassani, quando ele próprio pensou: “Se o inferno existe como todo mundo fala, eu estou nele hoje.”. O Dj tem uma relação com a música eletrônica desde os dez anos. Durante muito tempo freqüentou baladas seculares, “raves” e clubes, sempre gostou da vida noturna. Bebia e chegou a usar drogas como o êxtase, porém, percebeu que aquele não era o melhor caminho.
“Foi quando eu olhei em volta e vi o que eu estava fazendo com a minha vida, então foi o meu primeiro start.”. Logo após este episódio, Bassani foi procurar pelos grupos de oração que já ouvira falar de seus conhecidos. Ainda assim, mesmo freqüentando os grupos de oração, também continuava a freqüentar as baladas seculares. Somente quando conheceu a música católica dentro da igreja que se entregou de vez.
Começou a freqüentar as baladas santas e entrou em contato com o ElectroCristo, contou a sua história e foi convidado a participar do grupo, que permanece até hoje.
Para contato clique AQUI
24 de abr. de 2010
17 de jan. de 2010
Testemunho de conversão de uma Jovem.
Fui batizada na igreja Católica apostólica romana, fiz a primeira eucaristia mas tive um grande decepção em um grupo de Jovens e me afastei da igreja. Sou Desenhista desde pequena, fazia desenhos mórbidos e escrevia poemas sobre a morte, gostava do espiritismo.
Fiquei dez anos afastada e muito revoltada com igreja e não acreditava mais em Deus.
Aos meus 17 anos tive meu primeiro namorado e perdi minha virgindade, pois seguia os valores do mundo. Era do Heavy metal secular, seguia muitas ideologias vazias.
Conheci um outro rapaz que era baterista de uma banda secular porem era evangélico, desviei ele do caminho e tive um namoro de 3 anos. Tinha depressão e não conseguia sair da minha casa, tinha fobia de pessoas, não estudava, não trabalhava, tinha uma atração pelas coisas obscuras, como velas, mexia com magia, gostava de coisas fúnebres.
Porem em 2001 resolvi começar um curso de pìntura em tela, pois sempre fui autodidata com desenho, então levai uma tela para a casa e a noite pedi uma prova que Deus existia, então rezei uma ave Maria e pedi para Nossa Senhora me ajudar a pintar uma tela, se realmente ele existisse.
No outro dia pintei minha primeira tela sozinha “Rainha da Paz”, minha professora ficou assustada, disse que era uma artista nata. Através do meu Dom percebi a existência de Deus.
Maria foi abertura da minha fé, então um dia um amigo Ateu chorou diante da tela.
Comecei a pintar um quadro de Jesus andando sobre as água, então sofri um acidente domestico e tive uma doença chamada Tendinite crônica no tríceps do Cotovelo direito, eram 3 tendões inflamados, fiz fisioterapia durante 2 anos, mas só agravou, perdi os movimentos da mão direita e meu braço já estava deformado. Eu tinha pedido para Deus me mostrar se aquele era o homem da minha vida e na Páscoa do ano de 2004 senti o chamado como deveria voltar para igreja, mas não consegui, tive a primeira briga no namoro de 3 anos, foi mais um sinal de Deus. Fiquei em depressão profunda, mas como o rapaz que eu namorava era um Deus para mim vivia como “esposa”, mas não era casada e tinha uma falsa alegria e um falso amor. Perdoei e voltei a namorar.
Um dia pedi para Deus mostrar novamente se era para continuar aquele namoro e este namorado me pediu tempo e terminei o namoro,isso na páscoa, então me afundei na depressão, fiquei 2 semanas trancada no meu quarto e mal saia para comer. Eu fiz uma escolha por Deus e fiquei firme, pois naquele quarto meu irmão colocava mensagens sobre Deus em baixo da minha porta. Liguei a tv na Canção Nova, pois eu queria conhecer o que meu irmão tanto falava e vivia. Comecei a ler a bíblia e conheci um Deus de amor que perdoa todas as minhas podridões do pecado da carne, da pornografia que eu vivi.
Então dia 04/05/2003 me converti assistindo Canção Nova, uma missa como Padre Jonas.
Era um acampamento Mariano, então o Padre falava na minha linguagem como artista que estava esculpindo alguém na pior dor, arrancando as cascas.
Jesus me pegou no colo me retirou do chão aonde eu estava deitada e pedindo perdão pelos meus erros. Parei de chorar e Deus me libertou!
O esplendor estava brilhando em minha face, assim dizia o Padre Jonas.
Passei semanas difíceis, pois a contaminação era grande, era atormentada a noite, ouvia muitos demônios gritando, vi muitas coisas. Procurei um padre e fiz uma confissão, voltei a igreja
(Testemunho de Cláudia)
Abaixo alguns de seus trabalhos:
Fiquei dez anos afastada e muito revoltada com igreja e não acreditava mais em Deus.
Aos meus 17 anos tive meu primeiro namorado e perdi minha virgindade, pois seguia os valores do mundo. Era do Heavy metal secular, seguia muitas ideologias vazias.
Conheci um outro rapaz que era baterista de uma banda secular porem era evangélico, desviei ele do caminho e tive um namoro de 3 anos. Tinha depressão e não conseguia sair da minha casa, tinha fobia de pessoas, não estudava, não trabalhava, tinha uma atração pelas coisas obscuras, como velas, mexia com magia, gostava de coisas fúnebres.
Porem em 2001 resolvi começar um curso de pìntura em tela, pois sempre fui autodidata com desenho, então levai uma tela para a casa e a noite pedi uma prova que Deus existia, então rezei uma ave Maria e pedi para Nossa Senhora me ajudar a pintar uma tela, se realmente ele existisse.
No outro dia pintei minha primeira tela sozinha “Rainha da Paz”, minha professora ficou assustada, disse que era uma artista nata. Através do meu Dom percebi a existência de Deus.
Maria foi abertura da minha fé, então um dia um amigo Ateu chorou diante da tela.
Comecei a pintar um quadro de Jesus andando sobre as água, então sofri um acidente domestico e tive uma doença chamada Tendinite crônica no tríceps do Cotovelo direito, eram 3 tendões inflamados, fiz fisioterapia durante 2 anos, mas só agravou, perdi os movimentos da mão direita e meu braço já estava deformado. Eu tinha pedido para Deus me mostrar se aquele era o homem da minha vida e na Páscoa do ano de 2004 senti o chamado como deveria voltar para igreja, mas não consegui, tive a primeira briga no namoro de 3 anos, foi mais um sinal de Deus. Fiquei em depressão profunda, mas como o rapaz que eu namorava era um Deus para mim vivia como “esposa”, mas não era casada e tinha uma falsa alegria e um falso amor. Perdoei e voltei a namorar.
Um dia pedi para Deus mostrar novamente se era para continuar aquele namoro e este namorado me pediu tempo e terminei o namoro,isso na páscoa, então me afundei na depressão, fiquei 2 semanas trancada no meu quarto e mal saia para comer. Eu fiz uma escolha por Deus e fiquei firme, pois naquele quarto meu irmão colocava mensagens sobre Deus em baixo da minha porta. Liguei a tv na Canção Nova, pois eu queria conhecer o que meu irmão tanto falava e vivia. Comecei a ler a bíblia e conheci um Deus de amor que perdoa todas as minhas podridões do pecado da carne, da pornografia que eu vivi.
Então dia 04/05/2003 me converti assistindo Canção Nova, uma missa como Padre Jonas.
Era um acampamento Mariano, então o Padre falava na minha linguagem como artista que estava esculpindo alguém na pior dor, arrancando as cascas.
Jesus me pegou no colo me retirou do chão aonde eu estava deitada e pedindo perdão pelos meus erros. Parei de chorar e Deus me libertou!
O esplendor estava brilhando em minha face, assim dizia o Padre Jonas.
Passei semanas difíceis, pois a contaminação era grande, era atormentada a noite, ouvia muitos demônios gritando, vi muitas coisas. Procurei um padre e fiz uma confissão, voltei a igreja
(Testemunho de Cláudia)
Abaixo alguns de seus trabalhos:
*primeira Tela que ela pintou foi a imagem de nossa senhora,
sem nunca ter tido alguma experiência com o pincel.
19 de nov. de 2009
PALAVRAS DE UM EX-PASTOR SOBRE A VIRGEM MARIA
Depois de sua conversão ao catolicismo, o ex-pastor Francisco de Almeida Araújo escreveu muitas coisas sobre a mãe de Jesus. Em sua obra intitulada “A Virgem Maria e o Espírito Santo” ele relata uma série de coisas que não entendia quando era protestante. Vejamos algumas palavras em defesa daquela que foi escolhida para ser a mãe do Salvador.
Fui Pastor e professor de teologia protestante, e como tal, não dava a honra devida à Virgem Maria. Nunca fiz uma pregação positiva – como Pastor – sobre ela.
Aprendi, como protestante, e ensinei que a Virgem Maria é uma mulher como outra qualquer, Deus me perdoe por tanta ignorância. Era espiritualmente cego, pois lendo a Bíblia todos os dias decorando versículos sem parar, não era capaz de ver a grandeza daquela que Deus predestinou para ser a Mãe do Deus Encarnado.
No passado, tornei-me inimigo da Mãe de Deus, mas hoje sou Católico, Apostólico Romano e Diácono da Virgem Maria, pela graça de Deus.
Mesmo quando era protestante – amava muito a Nosso Senhor Jesus Cristo, mas quando me consagrei a Mãezinha do Céu, experimentei um amor a Jesus como nunca havia experimentado. Até a leitura da Bíblia se tornou cheia de alegria para mim.
Desejo esclarecer aos meus irmãos protestantes, fazendo justiça, que os primeiros líderes do protestantismo tinham grande apreço pela Virgem Maria. Como, Lutero, Calvino, Wesley e outros.
Felizmente aumenta a cada dia o número de protestantes, das mais diversas denominações que honram a Virgem Maria. Muitos já estão rezando o Rosário.
A Virgem Maria é o prisma de Deus, pois Ela reflete toda a Graça, Sabedoria, Bondade, Amor e Misericórdia de Deus. Tudo o que Deus planejou realizar no ser humano o fez em Maria Santíssima.
A única mulher que pode olhar para seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo e dizer: “Carne da minha carne, Sangue do Meu sangue, ossos dos meus ossos”.
A mesma carne e o mesmo sangue que no Calvário foi o preço da nossa salvação. A mesma carne e o mesmo sangue que recebemos na Eucaristia. Cristo: o mais perfeito retrato da Mãe.
Se o demônio venceu a sua primeira criatura feminina (Eva) e em conseqüência todos os homens, Deus quis que a segunda Eva (a Virgem Maria) vencesse o demônio, trazendo Jesus para a salvação dos homens.
Cristo foi o único que pôde dizer: “Sem pecado me concebeu minha Mãe”. Quanto os demais, como filhos de Eva, repetem o Salmo 50, 7.
Pergunto: será que Deus viria realizar a sua maior obra, Sua Encarnação, no seio de uma mulher que não fosse pura? Para isso Ele criou a Virgem Maria sem mancha do pecado original. A Santidade de Deus assim o exigia e assim Ele o fez.
Aquele que formou a primeira virgem (Eva) sem defeito, formou também a segunda (Maria) sem mancha e sem culpa. Seria abominável que o Verbo de Deus se encarnasse no seio de uma mulher pecadora, impura.
A Graça que recebemos tem como autor Jesus Cristo e a Virgem Maria como medianeira. Cristo é a fonte e Nossa Senhora o canal.
Os padres e Doutores da Igreja chamam Maria de “Nova Eva”, como São Paulo chamara Cristo o “Novo Adão”, para indicar que sua função em nossa Redenção foi análoga àquela desempenhada em nossa perda, pela primeira Eva e pelo primeiro Adão.
Amo mais a Jesus hoje, do que antes. Depois que conheci pela fé e pelas Escrituras Sagradas a Mãe do meu Senhor, passei a amar mais e mais Cristo e quando medito sobre Nossa Senhora minha alma se prostra em adoração à Santíssima Trindade, pois a Virgem Maria é o prisma de Deus e onde se revela todo o amor e sabedoria dEle.
Os mais ardentes defensores da divindade de Cristo são os mais fervorosos devotos de Nossa Senhora.
Muitos Pentescostais profetizaram a meu respeito dizendo: “Deus vai castigá-lo e dentro de quatro meses, você vai morrer, se não voltar para a igreja evangélica”. Passaram os quatro meses e hoje faz 12 anos que trabalho para essa mãe e vencedora admirável, a Virgem Maria.
Não podemos esquecer que o protestantismo é na verdade uma religião judaica e sua visão é profundamente vétero-testamentária, como reflexo do mundo oriental onde não se valoriza a mulher, daí não aceitarem a Virgem Maria.
Muitos são os inimigos da Virgem Maria, mas nada devemos temer. “Por fim o meu Coração Triunfará” disse ela em Fátima. Triunfou sobre o meu coração e me conquistou para o reino de seu filho.
Fui Pastor e professor de teologia protestante, e como tal, não dava a honra devida à Virgem Maria. Nunca fiz uma pregação positiva – como Pastor – sobre ela.
Aprendi, como protestante, e ensinei que a Virgem Maria é uma mulher como outra qualquer, Deus me perdoe por tanta ignorância. Era espiritualmente cego, pois lendo a Bíblia todos os dias decorando versículos sem parar, não era capaz de ver a grandeza daquela que Deus predestinou para ser a Mãe do Deus Encarnado.
No passado, tornei-me inimigo da Mãe de Deus, mas hoje sou Católico, Apostólico Romano e Diácono da Virgem Maria, pela graça de Deus.
Mesmo quando era protestante – amava muito a Nosso Senhor Jesus Cristo, mas quando me consagrei a Mãezinha do Céu, experimentei um amor a Jesus como nunca havia experimentado. Até a leitura da Bíblia se tornou cheia de alegria para mim.
Desejo esclarecer aos meus irmãos protestantes, fazendo justiça, que os primeiros líderes do protestantismo tinham grande apreço pela Virgem Maria. Como, Lutero, Calvino, Wesley e outros.
Felizmente aumenta a cada dia o número de protestantes, das mais diversas denominações que honram a Virgem Maria. Muitos já estão rezando o Rosário.
A Virgem Maria é o prisma de Deus, pois Ela reflete toda a Graça, Sabedoria, Bondade, Amor e Misericórdia de Deus. Tudo o que Deus planejou realizar no ser humano o fez em Maria Santíssima.
A única mulher que pode olhar para seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo e dizer: “Carne da minha carne, Sangue do Meu sangue, ossos dos meus ossos”.
A mesma carne e o mesmo sangue que no Calvário foi o preço da nossa salvação. A mesma carne e o mesmo sangue que recebemos na Eucaristia. Cristo: o mais perfeito retrato da Mãe.
Se o demônio venceu a sua primeira criatura feminina (Eva) e em conseqüência todos os homens, Deus quis que a segunda Eva (a Virgem Maria) vencesse o demônio, trazendo Jesus para a salvação dos homens.
Cristo foi o único que pôde dizer: “Sem pecado me concebeu minha Mãe”. Quanto os demais, como filhos de Eva, repetem o Salmo 50, 7.
Pergunto: será que Deus viria realizar a sua maior obra, Sua Encarnação, no seio de uma mulher que não fosse pura? Para isso Ele criou a Virgem Maria sem mancha do pecado original. A Santidade de Deus assim o exigia e assim Ele o fez.
Aquele que formou a primeira virgem (Eva) sem defeito, formou também a segunda (Maria) sem mancha e sem culpa. Seria abominável que o Verbo de Deus se encarnasse no seio de uma mulher pecadora, impura.
A Graça que recebemos tem como autor Jesus Cristo e a Virgem Maria como medianeira. Cristo é a fonte e Nossa Senhora o canal.
Os padres e Doutores da Igreja chamam Maria de “Nova Eva”, como São Paulo chamara Cristo o “Novo Adão”, para indicar que sua função em nossa Redenção foi análoga àquela desempenhada em nossa perda, pela primeira Eva e pelo primeiro Adão.
Amo mais a Jesus hoje, do que antes. Depois que conheci pela fé e pelas Escrituras Sagradas a Mãe do meu Senhor, passei a amar mais e mais Cristo e quando medito sobre Nossa Senhora minha alma se prostra em adoração à Santíssima Trindade, pois a Virgem Maria é o prisma de Deus e onde se revela todo o amor e sabedoria dEle.
Os mais ardentes defensores da divindade de Cristo são os mais fervorosos devotos de Nossa Senhora.
Muitos Pentescostais profetizaram a meu respeito dizendo: “Deus vai castigá-lo e dentro de quatro meses, você vai morrer, se não voltar para a igreja evangélica”. Passaram os quatro meses e hoje faz 12 anos que trabalho para essa mãe e vencedora admirável, a Virgem Maria.
Não podemos esquecer que o protestantismo é na verdade uma religião judaica e sua visão é profundamente vétero-testamentária, como reflexo do mundo oriental onde não se valoriza a mulher, daí não aceitarem a Virgem Maria.
Muitos são os inimigos da Virgem Maria, mas nada devemos temer. “Por fim o meu Coração Triunfará” disse ela em Fátima. Triunfou sobre o meu coração e me conquistou para o reino de seu filho.
Escrito por Janaina Quintal
fonte:
10 de nov. de 2009
Polêmico roteirista de Hollywood revela sua conversão ao CATOLICISMO
*Esta reportagem saiu no ano passado(set-2008) mas achei Super interessante e quis postar aqui sobre esta grandiosa Conversão. reportagem retirada do site www.acidigital.com
.- Joe Eszterhas é um roteirista de cinema conhecido em Hollywood como o criador do “thriller erótico”, um gênero composto por filmes escuros que combinam o sexo e a violência. Em uns dias publicará seu mais recente livro no que narra sua assombrosa conversão ao Catolicismo.
Eszterhas se fez milionário por escrever os roteiros de filmes bem sucedidos como Basic Instinct, Showgirls e Jagged Edge, todas conhecidas por seu explícito conteúdo sexual. Além disso foi editor da revista Rolling Stone.
O escritor, nascido em 1944, cresceu em campos de refugiados na Hungria depois da Segunda guerra mundial até que chegou com sua família a Cleveland. Estados Unidos. Trabalhou como repórter de notícias policiais, cobrindo incontáveis tiroteios e brigas urbanas.
Nesse tempo, conta que sua vida era muito escura, cheia de morte, assassinatos, crímes e caos, o que marcou sua posterior carreira de roteirista.
No verão do ano 2001, Eszterhas foi diagnosticado com câncer de garganta. Deveu submeter-se a uma delicada cirurgia e recebeu a ordem médica de deixar o álcool e o tabaco. Eszterhas tinha 56 anos, sempre teve um estilo de vida meio louco e sabia que mudar seus hábitos não seria fácil.
Um dia, que Eszterhas descreve como “infernalmente caloroso”, estava caminhando pela rua quando se deu conta que sua vida tinha tocado fundo.
“Estava virando maluco. Estava muito nervoso. Tremia. Não tinha paciência para nada. Cada terminação nervosa demandava um gole e um cigarro”, recorda.
Sentou-se no chão, começou a chorar e de repente começou a rezar. “Por favor, Deus, me ajude”, disse.
Nesse momento, percebeu que não rezava desde menino. “Não podia acreditar o que dizia. Não soube por que o tinha dito. Nunca antes o fiz”, lembra.
Imediatamente, Eszterhas se sentiu sobressaltado por um sentimento de paz e se acabaram seus tremores. Nesse momento, tal como aconteceu com Saulo a caminho de Damasco, viu “uma luz brilhante, deslumbrante, quase me deixava cego e me fez cobrir meus olhos com as mãos”.
Para Eszterhas, esta experiência foi determinante. Deixou de duvidar sobre poder viver sem tabaco nem álcool, ou seja que podia vencer-se a si mesmo e triunfar.
Nesse momento começou seu caminho de volta à Igreja mas o escândalo sexual que afetou duramente aos católicos nos Estados Unidos se converteu em um escolho para terminar seu retorno. Por isso optou por assistir a serviços não denominacionais, mas finalmente se convenceu de que não podia deixar de ser católico.
“A Eucaristia e a presença do corpo e sangue de Cristo está em minha mente e é uma experiência assustadora. A Comunhão é poderosa e é quase um sentimento celestial”, afirma.
Ainda agora recebe ofertas para escrever roteiros sobre temas sinistros. Entretanto, assegura que gastou muita vida explorando o lado escuro da humanidade e não quero voltar a isso nunca mais”.
“Minha vida mudou desde que Deus entrou em meu coração. Não me interessa a escuridão. Tenho quatro filhos formosos, uma esposa a quem adoro, adoro estar vivo e curto cada momento de minha vida. Minha visão se iluminou e não quero retornar a esse lugar escuro”.
No último ano, os médicos lhe deram de alta e assegura que venceu o câncer graças ao que ele considera um milagre. Este é o motivo pelo qual escreveu seu novo livro titulado “Crossbearer: A memoir of faith” (Portador de Cruz: Uma lembrança de fé), para dar graças a Deus e lhe contar ao mundo o que Ele fez em sua vida.
Eszterhas se fez milionário por escrever os roteiros de filmes bem sucedidos como Basic Instinct, Showgirls e Jagged Edge, todas conhecidas por seu explícito conteúdo sexual. Além disso foi editor da revista Rolling Stone.
O escritor, nascido em 1944, cresceu em campos de refugiados na Hungria depois da Segunda guerra mundial até que chegou com sua família a Cleveland. Estados Unidos. Trabalhou como repórter de notícias policiais, cobrindo incontáveis tiroteios e brigas urbanas.
Nesse tempo, conta que sua vida era muito escura, cheia de morte, assassinatos, crímes e caos, o que marcou sua posterior carreira de roteirista.
No verão do ano 2001, Eszterhas foi diagnosticado com câncer de garganta. Deveu submeter-se a uma delicada cirurgia e recebeu a ordem médica de deixar o álcool e o tabaco. Eszterhas tinha 56 anos, sempre teve um estilo de vida meio louco e sabia que mudar seus hábitos não seria fácil.
Um dia, que Eszterhas descreve como “infernalmente caloroso”, estava caminhando pela rua quando se deu conta que sua vida tinha tocado fundo.
“Estava virando maluco. Estava muito nervoso. Tremia. Não tinha paciência para nada. Cada terminação nervosa demandava um gole e um cigarro”, recorda.
Sentou-se no chão, começou a chorar e de repente começou a rezar. “Por favor, Deus, me ajude”, disse.
Nesse momento, percebeu que não rezava desde menino. “Não podia acreditar o que dizia. Não soube por que o tinha dito. Nunca antes o fiz”, lembra.
Imediatamente, Eszterhas se sentiu sobressaltado por um sentimento de paz e se acabaram seus tremores. Nesse momento, tal como aconteceu com Saulo a caminho de Damasco, viu “uma luz brilhante, deslumbrante, quase me deixava cego e me fez cobrir meus olhos com as mãos”.
Para Eszterhas, esta experiência foi determinante. Deixou de duvidar sobre poder viver sem tabaco nem álcool, ou seja que podia vencer-se a si mesmo e triunfar.
Nesse momento começou seu caminho de volta à Igreja mas o escândalo sexual que afetou duramente aos católicos nos Estados Unidos se converteu em um escolho para terminar seu retorno. Por isso optou por assistir a serviços não denominacionais, mas finalmente se convenceu de que não podia deixar de ser católico.
“A Eucaristia e a presença do corpo e sangue de Cristo está em minha mente e é uma experiência assustadora. A Comunhão é poderosa e é quase um sentimento celestial”, afirma.
Ainda agora recebe ofertas para escrever roteiros sobre temas sinistros. Entretanto, assegura que gastou muita vida explorando o lado escuro da humanidade e não quero voltar a isso nunca mais”.
“Minha vida mudou desde que Deus entrou em meu coração. Não me interessa a escuridão. Tenho quatro filhos formosos, uma esposa a quem adoro, adoro estar vivo e curto cada momento de minha vida. Minha visão se iluminou e não quero retornar a esse lugar escuro”.
No último ano, os médicos lhe deram de alta e assegura que venceu o câncer graças ao que ele considera um milagre. Este é o motivo pelo qual escreveu seu novo livro titulado “Crossbearer: A memoir of faith” (Portador de Cruz: Uma lembrança de fé), para dar graças a Deus e lhe contar ao mundo o que Ele fez em sua vida.
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